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Aos internautas que ainda acessam o blog Roendo as Unhas por este endereço: desd o dia 30 de junho, ó meu blog está com um novo provedor em um novo endereço: http://blogroendoasunhas.blogspot.com, mas também é possível acessar o site pelo www.roendoasunhas.com.br.
Os motivos desta troca vocês poderão observar na nova página, que agora tem um layout mais limpo e moderno. Lá, há um contador de visitas e a possibilidade de moderar os comentários e divulgar enquetes semanais para aumentar a interatividade com os nossos leitores.
Convido a todos para acessarem o novo www.roendoasunhas.com.br e lerem postagens antigas que estavam arquivadas as quais estou, aos poucos, colocando novamente à disposição para serem lidas. Entre elas, temos a seção O que estou lendo? com a resposta de santanenses sobre os livros que estão (ou estavam) lendo. Também temos seções sobre política, esporte, futebol e resenhas literárias. Em breve teremos muitas outras seções e também colaboradores. Portanto, entrem lá no novo blog Roendo as Unhas e leiam os textos, comentem, respondam a enquete e avisem os amigos.
Obrigado...
Amigos leitores do meu blog, temos um caso mal resolvido em nossa sociedade aqui de Sant'Ana do Livramento: um homem que veste saia, ou ao menos gostaria muito de vestir saia, calcinha, sutiã e todas as peças que caracterizam o sexo feminino. Mas ele não pode devido o alto grau de importância sua, de sua família e de seus negócios no município.
Por outro lado, este sujeito adora comentar neste blog sobre a minha pessoa, mas nunca sobre o assunto do qual escrevo. A intenção é tentar calar este blog e seu autor. Como? Baixando o nível nos comentários para me obrigar a fechar tal ferramente a qual considero muito útil para tornar o blog mais atraente (como a própria Santa Mendes já falou acertadamente).
Um dia esse moço usa o nome de Taís (falso, enviei vários e-mails nunca respondidos), depois o de Marcel (que cheguei a pensar que era o repórter de A Platéia, mas imagino que ele não tenha tempo para escrever isso de tanto que devem lhe tirar o couro em seu novo emprego e até porque o guri também não se presta para essas bobagens) e, enfim, o nome de Jeanine Maria (o mesmo da filha do falecido pediatra Luiz Carlos Duarte, mas ela também não é pessoa que se presta para tal covardia).
Ou seja, temos um caso raro em nossa fronteira. Um homem sem a menor coragem de mostrar a cara, nem de assumir sua sexualidade dúbia pois gosta tanto de usar pseudônimos femininos. O interessante é que eu já sei quem é a figura e é bom que esta pessoa pare de incomodar ou a farei passar por grande constrangimento revelando sua identidade aqui, com fotos inclusive.
A tal Taís/Marcel/Jeanine nos concedeu uma pausa de sua ignorância justamente porque esta última semana foi recheada de muitas atividades em seu negócio real, aquele que lhe traz muito e muito dinheiro mesmo. Por isso não entendo o tamanho medo que ele sente de um jornalista como eu que nada mais faz além de escrever neste humilde blog e em duas colunas semanais no "jornaleco" Correio do Pampa. Vá cuidar de sua vida e de sua família antes que algum homem de verdade venha cuidar para ti, querido amigo de saia...
Por fim, como o Terra não nos fornece a útil ferramente de fazer uma triagem com os comentários postados (a exemplo dos outros provedores) e eles acabam entrando automaticamente, aviso que os comentários das pessoas que utilizam pseudônimos serão deletados sem o menor dó por minha parte. Desculpem a sinceridade, mas dos males o menor... e vá trocar suas saias, querida Jeanine!
Texto publicado no dia 16 de abril de 2007, na primeira edição impressa da coluna Roenda as Unhas do jornal Correio do Pampa, de Sant'Ana do Livramento.
A partir desta semana, tenho o prazer e a responsabilidade de ser recebido pelos leitores do nosso querido, polêmico e imparcial Correio do Pampa. Espero satisfazer a exigência deste público diferenciado neste espaço que tenho a oportunidade de passar a assinar todas as segundas-feiras.
Nem precisava muito para esta segunda ser especial em minha vida. Durante muitos anos - desde que nasci evidentemente - eu e meu pai (Luiz Carlos Amaral) fazíamos uma feliz dobradinha festejando nossos aniversários nos dias 15 e 16 de abril. Desde 2003, nossa família sente a falta de sua serenidade, do seu bom humor e de suas palavras. E também das festas compartilhadas.
Agora, no mesmo 16 de abril que tantas vezes abracei meu pai por seu aniversário, terei uma dupla estréia que deverá ficar marcada em minha carreira. Como servidor público do IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, estarei atuando à frente do Censo 2007 em Sant’Ana do Livramento com uma equipe de 75 pessoas a partir de hoje. E, exatamente no mesmo dia do início das pesquisas mais importantes do Brasil, eu também passo a escrever esta coluna semanal.
Não poderia haver uma data mais significativa do que estrear nestas páginas com textos de opinião no dia que meu pai, um admirável devorador de jornais a cada manhã, completaria 76 anos, horas após o meu aniversário e na edição de número 100 do Correio do Pampa. E olha que teve gente que agourou o nascimento e ainda torce contra este periódico há cem edições. Coisas de nossa cidade e de certas figurinhas.
Fico feliz que participei como leitor e torcedor do início desta maluca aventura da Rosana Altamiranda e entrei na equipe em setembro passado. Ainda me considero um iniciante no jornalismo, apesar de já estar entrando em meu décimo primeiro ano de carreira. Mas nunca me senti tão em casa como na redação do Correio do Pampa, talvez porque tratamos nossos colegas como integrantes de uma mesma família. E não foram poucos os lugares que passei apesar do pouco tempo.
Iniciei em 1997 como repórter do jornal do hospital Mãe de Deus em Porto Alegre e passei pela assessoria da prefeitura da capital durante a gestão do petista Raul Pont. Formado pela PUC, fui convidado pelo Ricardinho Stefanelli a assumir a sucursal da Zero Hora aqui em minha cidade natal. Foram seis anos de muito trabalho e muitas páginas e capas de ZH com notícias da região da Campanha. Mais tarde, ainda tive uma passagem pelo jornal A Platéia e participei da criação e dos primeiros números da revista K Entre Nós até chegar ao IBGE e ao Correio do Pampa no ano passado.
Nunca tive a pretensão de ser jornalista em grandes centros devido principalmente à rotina estressante de não poder aproveitar os feriados e finais de semana como qualquer cidadão comum em sua casa com a família. E também porque tenho muitos laços antigos e recentes que me fazem querer Livramento mais do a cidade talvez me queira. Certo é que estaremos juntos, agora, todas as segundas, contando certamente com o apoio de muitos leitores e com a irritação de poucos. Obrigado e até a próxima semana.